A vida é como uma estrada extensa e cheia de obstáculos, onde iniciamos nus, sem um plano de rumo; seguimos somando erros e acertos, mediante as diversas opções de jornada, transformando-os em sabedoria e findamos certas segmentações de vida com um oceano de experiências. Mas se lembrarmos, durante cada passo, que o Universo é um eterno ciclo, ao lado de pessoas mais velhas, poderemos prever algumas pedras no caminho.
Afinal, idosos são sábios, mas muitas vezes não sabemos otimizar seu conhecimento e assim dissipamos vivências valiosas através de atrito ou indiferença; e deste modo atravessamos estradas sinuosas, sem necessidade.
Somos alienados e não percebemos a realidade ao nosso redor, não há fonte da juventude e, mais importante que futuras rugas é o futuro em si. O tempo não para e o Mundo é um moinho; tenha certeza, poderemos ver o futuro reviver o passado, veremos um museu de grandes novidades, como Cazuza e Frejat já haviam narrado.
Portanto não se esqueça, respeitar o idoso é respeitar a si mesmo.
Bú? Uma verdadeira página literária - 10
segunda-feira, 15 de março de 2010
Abre los ojos
Não há super-herói, não se engane, pode haver alguém que te faça esquecer dos problemas, mas não há ninguém além de você mesmo que faça os problemas sumirem. Ninguém pode resolver os seus problemas.
Não procure algo nos outros que o faça sentir melhor, faça nascer algo melhor em você. E não é porque você pode/deve ajudar alguém, que você merece ajuda; viva por si só.
Não gaste seu tempo procurando desculpas ou modos de se desculpar, procure meios de não errar e se permita errar apenas quando estiver tentando fazer algo certo.
Lembre-se: as portas de fato se fecham, mas lute até abri-las, destranque-as, arrombe-as, não desista.
Não crie muros ao seu redor, já existem barreiras, invisíveis, suficientes entre todos nós.
E quando você crer que algo acabou, vá além do óbvio, vá além do ponto final, inicie uma nova frase, uma fase, uma nova era.
Bú? De olhos bem abertos!
Não procure algo nos outros que o faça sentir melhor, faça nascer algo melhor em você. E não é porque você pode/deve ajudar alguém, que você merece ajuda; viva por si só.
Não gaste seu tempo procurando desculpas ou modos de se desculpar, procure meios de não errar e se permita errar apenas quando estiver tentando fazer algo certo.
Lembre-se: as portas de fato se fecham, mas lute até abri-las, destranque-as, arrombe-as, não desista.
Não crie muros ao seu redor, já existem barreiras, invisíveis, suficientes entre todos nós.
E quando você crer que algo acabou, vá além do óbvio, vá além do ponto final, inicie uma nova frase, uma fase, uma nova era.
Bú? De olhos bem abertos!
Poema Urbano
Ver a cidade
Veracidade
Ver de verdade
Verde verdade
Ver as qualidades
Verás qualidades
Como ver
Comover
A dor há em qualquer lugar
Adorar em qualquer lugar
Bú? Por aí.
Veracidade
Ver de verdade
Verde verdade
Ver as qualidades
Verás qualidades
Como ver
Comover
A dor há em qualquer lugar
Adorar em qualquer lugar
Bú? Por aí.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Um livro escancarado, muito mal interpretado
Eu não me protejo, nada, eu sou muito aberta.
Eu sou muito mais exposta do que se pode imaginar, eu sou tudo aquilo que você já viu.
Eu sou o bom, o ruim; o igual diferente, o oposto; eu sou toda dor, todo amor; toda a espera alegre, a chegada triste; o que morreu, o que foi poupado; sou tudo o que você vê.
Eu "só" não gosto de quem não está envolvido com o que está fazendo, eu quero fazer parte do sentido das coisas.
Não enxergo a linha sútil entre o correto e o errado, não sei o que é bom ou ruim.
Estou caminhando livremente a passos largos entre o sagrado e o profano.
Bú? Você não me conhece.
Eu sou muito mais exposta do que se pode imaginar, eu sou tudo aquilo que você já viu.
Eu sou o bom, o ruim; o igual diferente, o oposto; eu sou toda dor, todo amor; toda a espera alegre, a chegada triste; o que morreu, o que foi poupado; sou tudo o que você vê.
Eu "só" não gosto de quem não está envolvido com o que está fazendo, eu quero fazer parte do sentido das coisas.
Não enxergo a linha sútil entre o correto e o errado, não sei o que é bom ou ruim.
Estou caminhando livremente a passos largos entre o sagrado e o profano.
Bú? Você não me conhece.
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