Eu não me protejo, nada, eu sou muito aberta.
Eu sou muito mais exposta do que se pode imaginar, eu sou tudo aquilo que você já viu.
Eu sou o bom, o ruim; o igual diferente, o oposto; eu sou toda dor, todo amor; toda a espera alegre, a chegada triste; o que morreu, o que foi poupado; sou tudo o que você vê.
Eu "só" não gosto de quem não está envolvido com o que está fazendo, eu quero fazer parte do sentido das coisas.
Não enxergo a linha sútil entre o correto e o errado, não sei o que é bom ou ruim.
Estou caminhando livremente a passos largos entre o sagrado e o profano.
Bú? Você não me conhece.
Eu sou muito mais exposta do que se pode imaginar, eu sou tudo aquilo que você já viu.
Eu sou o bom, o ruim; o igual diferente, o oposto; eu sou toda dor, todo amor; toda a espera alegre, a chegada triste; o que morreu, o que foi poupado; sou tudo o que você vê.
Eu "só" não gosto de quem não está envolvido com o que está fazendo, eu quero fazer parte do sentido das coisas.
Não enxergo a linha sútil entre o correto e o errado, não sei o que é bom ou ruim.
Estou caminhando livremente a passos largos entre o sagrado e o profano.
Bú? Você não me conhece.