Até que me esgote a voz


quarta-feira, 4 de maio de 2011

liveinskin.

 Naquelas semanas de abril/maio, eu me prendia a um insistente enredo de incertezas. Intenso, porém descontínuo.
Pessoas caminharam comigo e não puderam enxergar tudo que sou além do sorriso envergonhado e das palavras gentis. Poucos souberam que calei-me ao vê-los fingindo, pra que não se sentissem mal consigo mesmos.
Pois que eu me sinta mal por enxergar demais e que carregue comigo o que consigo perceber sem, simplesmente, ignorar.

Bú? É triste ser enganada, você passa a se auto-depreciar procurando motivos para que isso
 tenha acontecido. Dói por uma questão de ego. Mas o mais arrasador é saber que alguém precisa enganar para se sentir superior, para ostentar uma felicidade fajuta, e tudo isso também por uma questão de ego.  ...Só lamento...
delicadeza a mais contundente resistência