Suicide Girl and The Ghost - Para todos aqueles que pararam de acreditar na imensidão do amor:

Parei de caminhar pela marquise, com medo da chuva. Me deixei atingir por raios. É intensa, a vida de quem corre na chuva, sem desviar das poças d'água. É imprevisível, a vida de quem caminha sem medo de escorregar, de olhos fixos no horizonte, desatento às pedras no chão. E entre "não faça isso" e "faça aquilo", a gente passa a caminhar por estradas cada vez mais estreitas, quase claustrofóbicas. São tantas as lições que a vida nos dá, que, por vezes, vemos nosso mundo se restringir a minúsculos cubículos cercados por instransponíveis muralhas. Assim a gente pára de caminhar, e passamos a viver em um eterno ciclo repetitivo. E é quando essa situação se transforma numa chaga insuportável, a gente apalpa as próprias costas e descobre que somos dotados de asas. Lá de cima, a gente pode acompanhar todos os caminhos que deixamos de percorrer, por medo de colecionar novas - e mais doloridas - cicatrizes. Tomados pelo arrependimento, descobrimos que nossa estrada não é de duas mãos.

Eu já tentei, eu já quis desistir; mas quando chega a noite eu não posso dormir, pois quando fecho os olhos nenhuma luz se apaga.
Verdade... Quem é capaz de conviver com ela?
Vontade... De um dia jogar tudo para o ar. E viver sabendo que não há nada depois; viver sem esperar por quem nunca existiu.
Salvation under my breath, just breathe

Você precisa saber...

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Abra os olhos

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Um dia você vai crescer, e ainda assim não terá todas as respostas:


Não há algo mais que só viver? Algo mais que dever, e morte. Por que temos sentimentos, se não podemos vivê-los? Por que desejamos coisas, se não foram feitas para nós?
Duas estrelas no mar,
uma parte do céu
que eu deixei desmonar.
Duas estrelas no fundo mar,
sonhos de uma noite
que nunca irão
se realizar.


E eu que te deixei cair,
eu que nem tentei te segurar
e eu que nunca fiz algo pra impedir...
Choro toda noite,
tentando te encontrar
meu no mar...
de lágrimas.
No meu céu
sem estrelas.

Bú? Uma Isolda...