Suicide Girl and The Ghost - Para todos aqueles que pararam de acreditar na imensidão do amor:

Parei de caminhar pela marquise, com medo da chuva. Me deixei atingir por raios. É intensa, a vida de quem corre na chuva, sem desviar das poças d'água. É imprevisível, a vida de quem caminha sem medo de escorregar, de olhos fixos no horizonte, desatento às pedras no chão. E entre "não faça isso" e "faça aquilo", a gente passa a caminhar por estradas cada vez mais estreitas, quase claustrofóbicas. São tantas as lições que a vida nos dá, que, por vezes, vemos nosso mundo se restringir a minúsculos cubículos cercados por instransponíveis muralhas. Assim a gente pára de caminhar, e passamos a viver em um eterno ciclo repetitivo. E é quando essa situação se transforma numa chaga insuportável, a gente apalpa as próprias costas e descobre que somos dotados de asas. Lá de cima, a gente pode acompanhar todos os caminhos que deixamos de percorrer, por medo de colecionar novas - e mais doloridas - cicatrizes. Tomados pelo arrependimento, descobrimos que nossa estrada não é de duas mãos.

Eu já tentei, eu já quis desistir; mas quando chega a noite eu não posso dormir, pois quando fecho os olhos nenhuma luz se apaga.
Verdade... Quem é capaz de conviver com ela?
Vontade... De um dia jogar tudo para o ar. E viver sabendo que não há nada depois; viver sem esperar por quem nunca existiu.
Salvation under my breath, just breathe

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sábado, 17 de dezembro de 2011

?

Percebi que era um adeus, quando entreguei um metódico rabisco...(mas quão enganada eu estava, o amor não precisa de palavras.)
Às vezes as pessoas escrevem o que não conseguem dizer; às vezes tudo que um homem precisa é de um sinal, de que ainda existe esperança para ele.Às vezes gastamos nossas palavras, perdemos nossos momentos e não demonstramos o que há no nosso coração, não permitimos que o outro veja o que realmente importa...um sentimento, o sentimento bom!

Que ar é esse que eu respiro, que não é teu também? Que silêncio é esse, que não é cessado pela tua voz? Que espaço é esse na minha cama, junto com aqueles cobertores emaranhadosQuem sou eu, se não estou com você

Bú?