"E, enquanto o nosso corpo assim se renova, peça por peça, mediante a perpétua troca das matérias; enquanto que um dia ele cai, como se fosse massa inerte, para não mais se reerguer, o nosso espírito, um ser pessoal, conservou constantemente a sua indestrutível identidade, reinou soberanamente sobre a matéria de que se revestia, estabelecendo, por meio desse fato perene e universal, a sua personalidade independente, sua essência espiritual não sujeita ao império do espaço e do tempo, sua grandeza individual, sua imortalidade. "
Bú? É de lágrima, que faço o mar pra navegar. (Fim dos lírios.)