Até que me esgote a voz


domingo, 23 de maio de 2010

O Primeiro tapa na cara

Levei um tapa, na cara. Doeu, senti-me humilhada mas também me senti forte, foi na minha cara, foi com a mão dela, foi a mão dela atingindo o meu rosto, sem ninguém empedir. Podia ter ofericido a outra face, mas oferici a minha mão, na face dela, para que ela pudesse também sentir o gosto de um tapa, na cara. Não foi por simples "revidar", foi pela complexa sensação de potencia em se poder escolher entre bater ou apanhar, entre chorar ou se mostar imponente e inatingível.
Naquela tarde pude me mostrar justa, forte e imponente, mas isto não significa que eu seja assim sempre; mas esta afirmação não prova que eu não possa ser assim outra vez.
Isto não lhe dá a opção de me bater, ou a opção de apanhar.
A dor vai muito além do físico
e eu sei exatamente como cortar a sua alma, talvez seja por isto que todos os meus inimigos sucubiram ou se aliaram a mim.
Talvez seja por isto, que a palavra amigo seja tão incostante e variável na minha vida.
Eu lutei enquanto todos se defendiam, não pense que sua atitude vai ficar impune.
Eu tenho, REVANCHE.Negrito


"* É uma luta, que, quando é a segunda, vira revanche. Todo mundo tem somente uma chance de revidar. Uma pequena janela de tempo em que a gente pode se esgueirar e emendar-lhe uma bocha na cara de alguém.
A gente golpeia o ar, pra que ele se enegreça de raiva ao redor de você.
É a revanche que, quando benfeita, vira justiça."

Bú? "VOCÊ ACHOU QUE EU TINHA DESISTIDO, NÃO ESTOU MORTO APENAS FUI FERIDO."