Dói, simplismente dói.
Corta, arranca, fura profundamente mas não mata.
Faz gritar, chorar, odiar, faz querer morrer, mas não mata, nunca mata.
E você acha que é pra sempre, mas não é e isto dói também, e então tudo fere.
Fere não acabar esta dor, mas saber que ela terá fim também dói; fere não saber o que fazer, mas você sempre sabe e então dói; é mentira, tudo se transforma mentira, o que passou e o que não houve, o que você diz e o que finge não pensar...dói; mas a verdade faz doer também, de forma atroz, porque você não quer saber, você não quer ouvir que não era pra ser; dói porque faz arrepender; mas a vontade de voltar atrás também dói...
Mas então de repente, a ferida cicatriza-se sozinha, como já era de se esperar, como já era sabido que iria ocorrer. E a intensidade que na dor existia fica marcada na pele, fica concretizada na memória.
No meio do grito de dor simplesmente vem um ponto final, dando a plena liberdade de uma nova oportunidade de a sentirmos novamente, porque inevitavelmente tentamos ser felizes, e a prova de que nos aventuramos de modo lisonjeiro e incansável são os sinais gravados em alma.
Bú?
Mas então de repente, a ferida cicatriza-se sozinha, como já era de se esperar, como já era sabido que iria ocorrer. E a intensidade que na dor existia fica marcada na pele, fica concretizada na memória.
No meio do grito de dor simplesmente vem um ponto final, dando a plena liberdade de uma nova oportunidade de a sentirmos novamente, porque inevitavelmente tentamos ser felizes, e a prova de que nos aventuramos de modo lisonjeiro e incansável são os sinais gravados em alma.
Bú?