De mim?
Sim!
De toda essa força que vejo nos teus braços,
prestes a atacar o mundo, poderosos construidores.
Vejo nos teus olhos o fogo,
de uma paixão incontrolável pela vida,
destemido olhar para o eu.
Que terríveis mãos são essas?
Mãos de gigante.
Seguram as pernas,
obrigando o bater das asas.
Tentadores lábios,
tantas dores, palavras,
na armadura também tens um gatilho.
Na busca por um tendão de Aquiles,
um calcanhar que te derrubasse a mente,
achei teu peito exposto, pulsando por um leito.
Achaste abrigo no meu seio para um ultimo fatal tiro: um beijo.
Bú?