Até que me esgote a voz


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Oliveira

Era uma vez uma Isolda, que escrevia diariamente para  o seu Tristão.
Ela escrevia, escrevia todos os dias. A cada dia uma nova carta para seu amado.
Sentia-se culpada por não estar com ele, ele não sabia o quanto ela gostava dele e ela temia que ele não fosse descobrir.
Ela escrevia cartas todos os dias, uma por dia, nelas deixava um pouco mais claro o seu enorme carinho; orando para que ele as pudesse ver e retribuir com ao menos um enorme abraço e um belo olhar.
Ele, guerreiro que era, lutou com natureza, guerreou com sua rival - medieval -  doença. Venceu.
Como um príncipe, pequenino, ele retribuiu as cartas da sua querida Isolda. Sorriu, riu, beijou e abraçou.
Abriu os olhos e fitou-a profundamente. Seu olhar grato, que olha com a alma de príncipe, tomava-a nos braços como um grande amigo e um doce amor; ela raposa, cativada que estava, dispunha de qualquer gratidão entre lágrimas.

Bú? O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo. (Antoine de Saint-Exupéry)
O grande guerreiro, tem se mostrado cada vez mais forte e digno dessa força, que usa para sorrir e nos fazer sorrir, para vencer! - "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." ♥